Pubicado em: qui, out 31st, 2013

Forças armadas e polícia fecham a fronteira contra o tráfico

 

89398bc18963388e21620d4527b2a573Nova operação de fiscalização e repressão, principalmente, ao tráfico de drogas nas fornteiras de Mato Grosso do Sul, une as Forças Armadas Nacional e a polícia local, que fecham a fronteira contra o crime no Estado. A força policial estadual e federal do Mato Grosso do Sul, Exército e Marinha, estão, desde esta quarta-feira (30), concentradas na região sudoeste do Estado, realizando a operação Fronteira Unida, que visa combate ao tráfico e demais crimes transfronteiriços, aponta o  coronel Valter Godoy Rojas,  do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGIFron).

Conforme o coronel, serão realizadas ações nas estradas e centros urbanos. “Esta é uma região com muito trânsito de pessoas, e que engloba uma faixa de fronteira inóspita, cortada por duas BRs importantes e várias vias de acesso para fronteira com o Paraguai. Vamos entrar também nas cidades da região, nos centros urbanos”, disse.

Godoy, detalha a operação que além das barreiras nas estradas e trechos vicinais, serão realizadas ações também nas áreas urbanas das cidades de Bela Vista, Bonito, Caracol, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Nioaque e Porto Murtinho. “Nosso planejamento prevê também operações de checagem e arrastões nos centros urbanos, em suporte ao trabalho rotineiro já realizado pela polícia civil e polícia militar, visando reduzir os índices de criminalidade”, detalhou.

Helicóptero

Durante a ação, serão realizadas barreiras fixas e móveis, cumprimentos de mandados de prisão e de busca e apreensão. A operação contará com o apoio do helicóptero da Sejusp, realizando patrulhamento aéreo, em suporte as equipes de solo na localização de possíveis rotas de fuga, de passagem de contrabando e locais de armazenamento de ilícitos.

Para o secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, o Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira tem aprimorado a articulação entre as polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, guardas municipais, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Forças Armadas, além de outras instituições da justiça e segurança do Estado. “Isso nos dá maior eficácia da atuação da segurança na fronteira”, ressaltou.

 

Fonte: A Crítica