sexta-feira , 21 julho 2017
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Troca de tiros entre assaltantes e polícia em joalheria na Bolívia deixa mortos

Uma troca de tiros entre assaltantes e policiais da Bolívia deixou pelo menos 5 pessoas mortas nesta quinta-feira (13) em frente a uma joalheria na cidade de Santa Cruz de la Sierra, informou o governo local.

Os mortos são um policial, uma refém que tentou escapar e três assaltantes, dois deles de nacionalidade brasileira, segundo o secretário de governo da Bolívia, Carlos Romero. Um quarto assaltante e uma mulher foram presos.

Romero indicou que o governo trabalha com a hipótese de que os ladrões são fugitivos de outro assalto a uma joalheria e membros da facção criminosa PCC. “Preliminarmente podemos trabalhar com a hipótese de que são pessoas que têm relação com o conhecido assalto à joalheria Império. São fugitivos desse assalto. E consequentemente estão vinculados ao Primeiro Comando Capital (PCC) do Brasil”, afirmou em coletiva de imprensa.

Policiais isolam joalheria em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, onde troca de tiros entre assaltantes e policiais deixou mortos nesta quinta-feira (13) (Foto: Reprodução/ Twitter/ Ministerio de Gobierno)

De acordo com Romero, a polícia demorou cinco minutos para chegar à joalheria Eurochronos, onde um grupo de quatro assaltantes armados faziam reféns. Após os policiais pedirem para que eles se entregassem, os assaltantes abriram fogo e mataram um tenente. Na troca de tiros, outros três policiais ficaram feridos. Um deles está em estado crítico. Segundo o jornal “El Deber”, no total há 8 feridos, entre policiais e fundionários da joalheria.

Uma mulher que era feita refém tentou escapar e foi morta por um dos atacantes, de acordo com Romero. Depois disso, os assaltantes correram para dentro da loja e foram baleados pelos policiais.

“Cada um dos ladrões tinha oito carregadores. Foram contabilizadas 240 balas”, disse o secretário de governo.

O procurador do estado de Santa Cruz, José Centenaro, informou que designou uma comissão de procuradores para investigar o caso.

(Foto: G1 )
Por G1

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