sexta-feira , 18 setembro 2020
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Imagem mostra “montanha” de arroz destruída após fogo que consumiu toneladas

“Montanha” de fardos de arroz virou ainda em brasa nesta manhã (Foto: Henrique Kawaminami)

Nem os bombeiros que conversaram com o gerente e funcionários e nem a rede Atacadão sabem ainda dizer a quantidade de produtos destruídas pelo incêndio que queimou toda a unidade do supermercado da Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. Sabe-se somente que toneladas de alimentos, das prateleiras e do estoque, foram consumidas pelas chamas.

Uma das fotos feitas nesta manhã é o retrato da situação: uma montanha de fardos de arroz, cereal que virou notícia nos últimos dias por causa da alta no preço, virou cinzas.

De acordo com a assessoria de imprensa da rede, ainda é cedo para contabilizar o tamanho do prejuízo. Só a perícia poderá determinar a causa do incêndio e levantamento será feito por seguradora para se chegar a um número, os quantos milhões foram perdidos.

Inaugurado em 2012, a unidade do Atacadão próximo ao Aeroporto Internacional de Campo Grande custou, à época, R$ 34 milhões. Terceiro empreendido da rede inaugurado na Capital, o atacadista funcionava em prédio 6.800,00 m² e atendia em média 120 mil clientes por mês, além de disponibilizar mais de 10 mil opções de produtos.

O incêndio começou ontem por volta das 17h. Até às 5h30 de hoje, os bombeiros tinham usado 360 mil litros de água no combate e 1.850 litros de espuma. Só isso mostra a dimensão do fogo em comparação com outros desastres do tipo na Capital. Considerado o pior incêndio até ontem, as chamas no Planeta Real, em 2013, consumiram 70 mil litros de água, 5 vezes menos.

No interior da loja, as chamas, que começaram nas prateleiras contendo produtos inflamáveis – álcool em gel e líquido, outros frascos com materiais de limpeza –, se espalharam rápido e a fumaça densa nesta manhã, se deve a quantidade de material de fácil combustão, como madeira, papelão.

Por Anahi Zurutuza / Campo Grande News

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