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Maior número da pandemia, covid mata 31 em 24h

Homem caminha com máscara de proteção no rosto no Centro de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Boletim epidemiológico da covid-19 divulgado na manhã desta terça-feira (22) traz 31 novas mortes pela doença em Mato Grosso do Sul, maior registro diário desde a confirmação dos primeiros casos do novo coronavírus no Estado, em março. Com isso, são 2.108 vítimas desde o início da pandemia.

A maior quantidade registrada, até então, havia sido em 12 de novembro (29 mortes), 16 de agosto (28) e 1º de setembro (27). Em 22 de agosto e ontem (dia 21 de dezembro) foram constatadas a mesma quantidade de mortes, 26.

Boletim – Entre os novos registros, 17 vítimas eram de Campo Grande, duas de Ponta Porã, duas de Dourados e duas de Fátima do Sul. Mundo Novo, Três Lagoas, Miranda, Ribas do Rio Pardo, Cassilândia, Bela Vista, Rio Brilhante e Corumbá confirmaram uma nova vítima em cada.

Quatro não tinham nenhum tipo de agravo de saúde relatado, enquanto as demais possuíam ao menos algum tipo de comorbidade como diabetes, hipertensão, pneumonia, doença cardiovascular, entre outras.

Entre essas, a vítima mais nova era de Corumbá e tinha 18 anos de idade. A jovem deu entrada em 8 de dezembro e morreu há dois dias atrás, mas só entrou na contagem no boletim de hoje.

Outra pessoa, que morava em Três Lagoas, tinha 26 anos e foi a segunda vítima mais nova entre os registros. Ele deu entrada no hospital no mesmo dia em que não resistiu à doença, em 19 de dezembro, e boletim aponta como comorbidades: “imunodeficiência/imunodepressão”.

Já a vítima com mais idade era de Bela Vista e tinha 84 anos. Deu entrada em 1º de dezembro, 20 dias antes de falecer. Segundo a pasta, ela tinha doença cardiovascular, doença neurológica e doença renal crônica.

Foram 1.342 novos infectados pelo vírus, chegando a 123.529 casos acumulados. Além disso, a ocupação de leitos de terapia intensiva na macrorregião de Saúde de Campo Grande está em 111% nesta terça, conforme os dados. O excedente (11%) significa que há pacientes ocupando leitos ainda não habilitados pelo Ministério da Saúde.

Para mais detalhes, acesse o boletim divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), por meio do link.

Por Guilherme Correia – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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