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Onça resgatada no Pantanal com patas queimadas volta a viver na natureza e é monitorada por GPS

O Parque Estadual Encontro das Águas, em Mato Grosso, é um dos maiores refúgios de onças pintadas no mundo. Um lugar com alimento farto e muita tranquilidade para a convivência desses animais.

Por ali, foi solto o macho batizado de Ousado. Ele teve as quatro patas queimadas durante os incêndios que atingiram o Pantanal em 2020. Para a recuperação completa dele, foram necessários 36 dias intensos de tratamento, longe da natureza.

O momento em que, já recuperado, o Ousado volta a viver na natureza do Pantanal — Foto: Globo Repórter

O momento em que, já recuperado, o Ousado volta a viver na natureza do Pantanal — Foto: Globo Repórter

As onças têm o costume de andar muito, em média de cinco a dez quilômetros por dia. Graças à tecnologia, o animal pode ser monitorado de perto. “O Ousado está com um GPS colar, que é um equipamento que monitora ele de hora em hora. A cada uma hora o GPS pega uma coordenada geográfica, que é armazenada. Todos os dias, é enviada para o satélite até uma base. Então, a gente recebe após uns dois dias esta informação”, diz Fernando Tortato, biólogo da ONG Panthera.https://bc04e42dd27356d48effda1f068dd9e4.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

A onça foi resgatada durante os incêndios de 2020 no Pantanal e teve as quatro patas queimadas pelo fogo — Foto: Globo Repórter

A onça foi resgatada durante os incêndios de 2020 no Pantanal e teve as quatro patas queimadas pelo fogo — Foto: Globo Repórter

Já recuperado, Ousado voltou para casa. O que é uma alegria e satisfação também para quem o ajudou nessa difícil jornada.

A onça macho, batizada de Ousado, ficou 36 dias em recuperação até voltar a viver em liberdade no Pantanal — Foto: Globo Repórter

A onça macho, batizada de Ousado, ficou 36 dias em recuperação até voltar a viver em liberdade no Pantanal — Foto: Globo Repórter

‘”Para a gente, que trabalha com pesquisa científica, foi muito importante. Porque a gente viu que ele está sadio, forte, o colar está bem. Quando ele se movimenta, o colar movimenta também. Então é sinal que não está apertando ele, o que é uma preocupação, e está permitindo a gente monitorar, acompanhar, e ver que ele está andando, o que ele está fazendo. É muito gratificante”, completa Fernando.

Por Globo Repórter

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