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Pandemia causou boom em faturamento nas redes sociais

Desde o início da pandemia da covid-19, que teve o primeiro registro de caso no Brasil em fevereiro de 2020, muitas empresas precisaram recorrer às redes sociais para manter o ritmo de vendas.

Com isso, o trabalho de influenciadores digitais, social media e principalmente dos famosos – que possuem grande engajamento, lideraram os números dos algoritmos e impulsionaram as vendas no período de 2020 a 2021.

Isso, porque muitas pessoas que costumavam ir às lojas, por questão de segurança, passaram a fazer suas compras de forma remota, através das plataformas digitais, sejam elas -Facebook, Instagram, ou aplicativos de lojas específicas.

O publicitário Jacson Moura, explica que a demanda aumentou exponencialmente, e as empresas começaram a divulgar cada vez mais suas empresas, e que “os empresários enxergam na figura pública, uma ótima oportunidade de alcançar cada dia mais clientes para a marca”, pontua.

Em Campo Grande, para visitar uma loja, gravar no máximo 10 stories e publicar apenas um post no feed, em um único dia, influenciadores digitais cobram de R$350,00 a R$2 mil. A pesquisa engloba cinco profissionais da Capital.

Embora as celebridades tenham ficado afastadas dos holofotes, o faturamento alto com publicidade em suas redes sociais ultrapassou os anos anteriores.

Para se ter uma ideia, a nível internacional, os dez famosos que mais faturaram em 2020 foram: Kylie Jenner: 590 milhões de dólares, Kanye West: 170 milhões de dólares, Roger Federer: 106,3 milhões de dólares.

Cristiano Ronaldo: 105 milhões de dólares, Lionel Messi: 104 milhões de dólares, Tyler Perry: 97 milhões de dólares, Neymar: 95,5 milhões de dólares, Howard Stern: 90 milhões de dólares, Lebron James: 88,2 million milhões de dólares e Dwayne Johnson: 87,5 milhões de dólares.

Karine Alencar

Por Correio do Estado

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